Memória e música: estímulos à criação do ator
Oficina Gratuita
Data: 10/03
Data de Encerramento: 11/03
Horário: 10h às 13h
Carga horária: 6h
O objetivo desta oficina é discutir os estímulos possíveis utilizados por um ator durante o processo de trabalho para a criação de um papel – no caso, o uso da música e memória pessoal como ferramentas criativas.
A oficina será divida em três partes.
1 – teórica: discussão sobre a questão dos estímulos na criação do ator e a suposta oposição entre estímulos “físicos” e “psicológicos”. O debate será enriquecido com exemplos práticos de momentos do processo de ensaio de Meu Caro Amigo.
2 – prática: o aluno desenvolverá uma pequena cena tendo como elemento motivador uma música de Chico Buarque. Movimentos físicos (partituras corporais) e psicológicos (fragmentos de memória) serão os instrumentos para a investigação cênica pessoal de cada aluno.
3 – considerações finais: apresentação das cenas, discussão e conclusões a partir dos resultados obtidos.
Currículos resumidos
Joana Lebreiro é diretora formada pelo Curso de Direção Teatral da UFRJ, onde lecionou por dois anos como professora substituta. É mestre em Memória Social pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO). Nos últimos dois anos, dirigiu os espetáculos musicais do Núcleo Informal de Teatro, “Aquarelas de Ary” e "Ai, que saudades do Lago!", completando a trilogia iniciada em 2004 com “Antônio Maria – A Noite é uma criança!” todos de autoria de Marcos França. Com esses musicais a diretora obteve críticas positivas de todos os jornais do Rio de Janeiro e enorme sucesso de público. Em 2007 dirigiu o espetáculo “Avós, Mulheres e Couves Portuguesas”, em cartaz no teatro Clara Nunes. Foi diretora assistente da Cia Teatro do Pequeno Gesto por quatro anos, cujos últimos espetáculos foram “Medéia”, em cartaz durante o ano de 2003 no Teatro Planetário e “Navalha na Carne”, na Casa Rosa, em Laranjeiras, Rio de Janeiro. Em cinema, trabalhou como diretora de atores e assistente de direção dos curta-metragens “A Demolição”; “Ausência” e “O Livro”, todos com direção de Aleques Eiterer, exibidos em mostras e festivais nacionais e internacionais.
Kelzy Ecard é vencedora do Prêmio de Melhor Atriz coadjuvante de 2007, conferido pela crítica e pela APTR, por sua recente atuação no espetáculo “Rasga Coração”. Sua carreira teve início em 1993 pela Escola de Teatro Martins Penna, com o espetáculo Fausto, de Goethe, com direção de Moacir Chaves. Desde então tem atuado em espetáculos de grande repercussão na cena teatral carioca, impressionando crítica e público pela qualidade de seu trabalho. As participações mais recentes foram na peça “Gota D’água”, de Chico Buarque e Paulo Pontes, com direção de João Fonseca; “Rasga Coração”, de Oduvaldo Vianna Filho, com direção de Dudu Sandroni; “Sapatinhos Vermelhos”, de Caio Fernando Abreu, com direção de Camilla Amado; “A Confissão de Leontina”, de Lygia Fagundes Telles, com direção de Antônio Guedes; “Rapunzel”, reestréia do infantil que lhe deu indicação para o Prêmio Mambembe de Melhor Atriz em 1997, com texto e direção de Leonardo Simões. Kelzy Ecard trabalhou ainda como assistente de direção, e atuou ao lado de Pedro Paulo Rangel, no espetáculo “Sermão da Quarta-feira de Cinza”, com direção de Moacir Chaves, entre os anos de 1994 e 1998.
Gratuita
Local: centro de Convivência Cultural de Campinas (sala Carlos Gomes) - Praça Imprensa Fluminense - Campinas - SP
Dias: 10 e 11 de março das 10h às 13 h
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